É
irônico como descobri na escrita uma cumplicidade indescritível. Escrevendo eu
me liberto de meus fantasmas, eu registro os bons e maus momentos
vividos, eu desabafo. Por que não desabafar com um amigo?
Simplesmente porque não há amigo no mundo capaz de nos entender,
consolar, aconselhar e compartilhar nossas alegrias de forma tão
intensa quanto a nossa própria consciência. A escrita nada mais é
do que eu conversando comigo mesma. Isso se traduz na palavra
reflexão. E é refletindo que damos o primeiro passo rumo à
evolução.